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Ministro manda investigar, sob sigilo, corrupção na obra da arena Corinthians

Quarta / 12 Abr 2017 / 11h38
Foto: Divulgação

Em meio ao levantamento do sigilo de dezenas de investigações ligadas à delação da Odebrecht, o ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), não deu publicidade à apuração de "possível prática criminosa associada à construção da Arena Corinthians". O estádio foi construído pela Odebrecht para a Copa do Mundo de 2014 e custou R$ 1,1 bilhão. Falaram sobre o caso à Procuradoria-Geral da República os delatores Emílio Alves Odebrechet, seu filho e sucessor Marcelo Odebrecht, Benedicto Barbosa Silva Júnior, homem forte do Departamento de Propinas da Odebrecht, Alexandrino de Salles Ramos de Alencar e Luiz Antônio Bueno Júnior. Marcelo Odebrecht afirmou, em outros depoimentos, que a sua construtora bancou a construção da Arena Corínthians como se fora "um presente" para o ex-presidente Lula, conhecido torcedor do clube e a quem a empreiteira batizou de "Amigo", no seu "departamento de propina". “Indefiro a pretensão de levantamento do sigilo do procedimento; (ii) defiro o pedido do Procurador-Geral da República, a quem autorizo a juntada de cópia dos termos de depoimentos mencionados e documentos apresentados pelos colaboradores especificamente no Inq. 4.341/STF, registrando que, com relação ao termo de depoimento nº 5 do colaborador Luiz Antônio Bueno Júnior, a efetivação da decisão só poderá ocorrer a contar de 3 de maio de 2017”, determinou Fachin.