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Movimento feminista: liberdade ou libertinagem? - Por Irlando Oliveira

Domingo / 15 Jan 2017 / 19h51
Foto: Divulgação

Ao longo da história da humanidade, a mulher sempre se viu subjugada, humilhada e vilipendiada, remanescendo tais traços na atualidade, em alguns países, mormente no Oriente Médio e África. Analisando a conquista da liberdade e emancipação da mulher, vamos encontrar no século XVIII, em plena Revolução Francesa, a sua luta pela conquista do voto e, via de consequência, da sua cidadania. No século XIX, no ano de 1842, fomos brindados com o livro do eminente escritor francês Honoré de Balzac, intitulado "A mulher de trinta anos", conferindo às mulheres desta maravilhosa idade o adjetivo de "Balzaquianas", representando, dentre outros fatores, o ápice da vida amorosa. No século XX, mais precisamente em 1949, foi lançado o livro da ínclita escritora e filósofa existencialista francesa Simone de Beauvoir, denominado "O segundo sexo", o qual norteia o Movimento Feminista Moderno, nos apresentando sua célebre frase: "Não se nasce mulher; torna-se mulher". Neste mesmo século, a Carta das Nações Unidas, em 1945, e a Declaração Universal dos Direitos Humanos, da Organização das Nações Unidas (ONU), em 1948, têm como fundamentos a igualdade de direitos entre homens e mulheres e a não-discriminação destes.