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Caetité, pequenina e ilustre – Por Luzmar Oliveira

Domingo / 12 Jun 2016 / 16h19
Foto: Reprodução

Geração anos sessenta

Sentados no banco da praça, olhávamos as pessoas passeando, num sobe e desce incansável. Mocinhas e rapazinhos bem vestidos se paqueravam, entre sorrisos e troca de olhares. Em outros bancos, alguns casais de namorados se beijavam. Grupinhos de moças cochichavam e sorriam. E grupinhos de rapazes, parados estrategicamente nas laterais do passeio, diziam coisas interessantes e bem humoradas, com a intenção de "mexer" com as garotas.

 

“A mais bonita é a de sapato vermelho!” Todas olhavam imediatamente para os pés... e nenhuma estava com o calçado daquela cor. Mas tudo terminava em sorrisos. Gostoso mesmo era quando o mocinho se aproximava e dizia que queria falar com a mocinha. E timidamente a pedia em namoro. Após o “sim”, vinha a fase das “mãos dadas”; depois, com o passar o tempo, começavam os abraços, os beijos... e quase sempre parava por ai. Era uma época de pureza e simplicidade. O sexo ficava para mais tarde. Ou até depois do casamento. Não havia essa facilidade de remédios, camisinhas... Mas também não havia essa proliferação de doenças sexualmente transmissíveis. Na verdade, o que mais impedia a liberação sexual era a família. Ela se impunha decididamente.