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Resultado da busca pelo arquivo de "01/2014"

Marido insatisfeito com esposa sambando dá surra com bainha de facão

Quinta / 02 Jan 2014 / 00h00
Foto: Divulgação / Teixeira News

Na tarde do primeiro dia do ano, quarta-feira (1), uma mulher foi agredida pelo marido enquanto comemorava ainda a chegada de 2014. Valdenira dos Santos Trajano, 36 anos, em meio às comemorações entre amigos e resolveu dançar uma música em ritmo de pagode. O marido de Valdenira, Silvano Ribeiro dos Santos, 33 anos não ficou nada satisfeito em ver e mulher “requebrar” e em posse de uma bainha de facão começou a espancar a mulher, deixando várias marcas em seu corpo. Conforme publicação do site Teixeira News.

O casal entrou em luta corporal e foi contido por amigos e familiares que estavam presentes. A central de comunicação da 43ª CIPM de Itamaraju foi informada e após chegar ao local conduziu o casal à Delegação da Policia Civil de Itamaraju (DEPOL).

Valdenira dos Santos Trajano, de 36 anos, formalizou um boletim de ocorrência sobre a agressão feita pelo marido, Silvano Ribeiro dos Santos, de 33 anos e o mesmo foi mantido preso. Possivelmente o agressor seja indiciado por base na Lei Maria da Penha.

Brumado: homem desaparece no Rio do Antônio na zona rural

Quinta / 02 Jan 2014 / 00h00
Foto: Lay Amorim/Brumado Notícias

Um homem de prenome Luciano, de aproximadamente 30 anos, desapareceu no Rio do Antônio na tarde de quarta-feira (1º), na Fazenda Barreiro, em Brumado. Segundo disseram testemunhas ao site Brumado Notícias, o homem entrou no rio e acabou sendo carregado pela força da correnteza. O Corpo de Bombeiros irá iniciar as buscas na manhã desta quinta-feira (2).

Reajuste no salário mínimo causa demissões em prefeituras da Bahia

Quarta / 01 Jan 2014 / 00h00

Ibahia.com

Priscila Chammas

Cidades como Ilhéus, Lauro de Freitas, Itagi, Barreiras, Dário Meira e Cardeal da Silva já fizeram cortes nas folhas com demissões

O aumento do salário mínimo de R$ 678 para R$ 724 (6,78%) em 2014 aumenta o poder de compra, movimenta a economia e deixa uma parcela da população satisfeita. Mas a outra parcela vai ter muita dor de cabeça e até problemas com a Justiça. O maior exemplo são os prefeitos de grande parte dos municípios baianos. A presidente da União dos Municípios da Bahia (UPB), Maria Quitéria, conta que a situação, que já não era fácil, vai ficar ainda mais difícil neste ano.

“Mais ou menos 60% da folha de pagamento das prefeituras é de salário mínimo. Esse reajuste significa um impacto de 14% a 15% a mais na folha”, explica. Os números revelam um problema maior, pois, pela Lei de Responsabilidade Fiscal, as prefeituras só podem gastar 54% de tudo o que arrecadam com a folha de pagamento. Com o aumento no salário mínimo, a média entre os as cidades baianas vai para 67% da receita.

“Para não ter problemas com o Tribunal de Contas, só resta aos gestores demitir alguns funcionários”, diz Quitéria. “Em dezembro já foi uma leva. Aqueles que ainda não fizeram, vão fazer agora em janeiro”, acredita. Entre as prefeituras que já começaram as demissões, ela cita Ilhéus, Lauro de Freitas, Itagi, Barreiras, Dário Meira e Cardeal da Silva. Esta última tem a própria Maria Quitéria como prefeita. “O município é grande, mas tem uma população pequena. Arrecado R$ 1,4 milhão por mês. Uma parte desse valor vem do Fundeb, que é só para a educação. Por lei, eu só poderia gastar 60% desse valor com o pagamento dos professores e outros funcionários, mas estava gastando 100%”, justificou a gestora.

Ela reclama que outra fonte de renda, o Fundo de Participação dos Municípios (FPM) não tem acompanhado os sucessivos aumentos do salário mínimo e, por isso, as prefeituras, sobretudo as pequenas, estão em situação cada vez mais difícil.

Comércio Na iniciativa privada, também serão os pequenos que sofrerão mais. Geraldo Cordeiro, presidente da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas da Bahia, diz que o problema é o mesmo das prefeituras: “As empresas de menor porte não conseguem ter um aumento de receitas compatível com o aumento dos custos”.

Ele lembra que apesar de o setor ter um piso próprio, diferente do salário mínimo, o reajuste acaba impactando da mesma forma. “Existem categorias de ajudantes, por exemplo, que o piso não chegava a R$ 700. Agora vai ter que aumentar, porque não pode ficar abaixo do salário mínimo”, exemplifica.

Ele prevê que também haja demissões para equilibrar essa conta, apesar de não acreditar que este seja um movimento grande. “Algumas pessoas podem demitir por causa das dificuldades, mas não é o caso de criar alarde”, diz.

De acordo com o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), 48,2 milhões de pessoas têm o rendimento atrelado ao salário mínimo.

Matéria original Correio 24h:
Reajuste no salário mínimo causa demissões em prefeituras da Bahia